Atualidade
Uma equipa de investigadores do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) desenvolveu um dispositivo que, através da qualificação visual de biomarcadores, permite monitorizar "em tempo real" o cancro do pâncreas.
Nas XX Jornadas de Senologia, que se realizaram em Albufeira, decorreu o simpósio patrocinado pela parceria Daiichi Sankyo/AstraZeneca, no dia 13 de outubro, sob o título “Overview of the management of HER2-low breast cancer: challenging the biology and treatment paradigm”. A moderação esteve a cargo do Prof. Doutor Luís Costa, diretor do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Norte, e da Dr.ª Susana Sousa, Coordenadora da Unidade da Mama e Ginecologia Oncológica da CUF Porto. Como palestrantes, o Dr. Nuno Coimbra, anatomopatologista do IPO Porto, que abordou a importância de um diagnóstico preciso e uniformizado no cancro da mama HER2-low, por parte da Anatomia Patológica, para “que possamos falar todos a mesma linguagem”. Por sua vez, o Prof. Doutor Paolo Tarantino, oncologista e investigador no Dana-Farber Cancer Institute nos EUA, levou a audiência numa viagem desde a necessidade da existência de ADCs (conjugados anticorpo-fármaco), até à sua implementação na prática clínica, focando-se no trastuzumab deruxtecano (T-DXd) e de como este fármaco está a mudar o prognóstico dos doentes com cancro da mama HER2-low.
Encontram-se abertas as candidaturas ao Programa Gilead Research Scholars em Oncologia Tumores Sólidos que deverão ser submetidas online, até 15 de março de 2024. Concebido para apoiar inovação em investigação pré-clinica e clínica relacionada com tumores sólidos na Europa, Austrália e Canadá, em 2024 o programa terá como foco os cancros da mama, da bexiga e do pulmão.
O Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup) vai lançar seis podcasts sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do cancro, sob tutela do Prof. Doutor Manuel Sobrinho Simões, no âmbito da iniciativa "Tratar o cancro por tu".
A Prof.ª Doutora Susana Viegas é a convidada do quarto e último episódio do podcast da SPS “Viver com cancro da mama”. A especialista, da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, fala sobre a importância dos ambientes e dos estilos de vida e a forma como podem interferir com a nossa saúde.
O VI Forum Oncogenic Drivers in Non-Small Cell Lung Cancer da Pfizer aconteceu a 23 de setembro, no Pestana Douro Riverside, Porto. A Dr.ª Teresa Almodovar, diretora do Serviço de Pneumologia do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa e presidente do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão, abriu o evento dedicado ao cancro do pulmão de não-pequenas células (CPNPC) com rearranjo do gene da cinase do linfoma anaplásico (ALK) avançado. Os dados de vida real, os últimos avanços terapêuticos e os resultados de follow up a 3 anos do estudo CROWN foram o destaque.
O Prof. Doutor Arlindo Ferreira é o convidado do terceiro episódio do podcast "Viver com cancro da mama", da Sociedade Portuguesa de Senologia (SPS). O especialista fala sobre a importância dos dados científicos para a sobrevivência e qualidade de vida dos doentes.
Novembro foi o mês da sensibilização para o cancro do pulmão, o tipo de cancro que mais mata em todo o mundo, representando 18,4 % dos casos de morte por doença oncológica. A informação sobre o cancro do pulmão é variada, dispersa e, em alguns casos, desatualizada, pelo que se pretende com este podcast disponibilizar aos doentes com cancro do pulmão, seus cuidadores e sociedade, informação relevante e atual acerca desta patologia, reunindo num formato inovador e simples, o acesso a informação credível sobre o cancro do pulmão.
A Fundação Champalimaud recebeu uma nova doação de 50 milhões de euros para fazer investigação sobre o cancro do pâncreas, comunicou hoje a Prof.ª Doutora Leonor Beleza, presidente da instituição.
No Dia Mundial do Cancro do Pâncreas, que se assinalou a 19 de novembro, a Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG) alerta para a importância do diagnóstico precoce desta neoplasia. As possíveis formas de reverter o diagnóstico tardio e melhorar os resultados será por meio da prevenção, maior consciencialização da doença e seus sintomas e eventual rastreio de populações-alvo.








