Entrevistas
O Liver Cancer Summit, organizado pela AstraZeneca no dia 18 de maio, pautou-se pela abordagem de terapêuticas para os doentes com tumores gastrointestinais, com especial foco no carcinoma hepatocelular e no cancro das vias biliares. Manuela Machado, oncologista da ULS de Entre Douro e Vouga, foi oradora convidada do painel intitulado “Estado da arte no diagnóstico e tratamento do cancro das vias biliares”, com foco no estudo clínico TOPAZ-1 e dados de vida real. Veja o comentário da especialista.
O AZ Liver Cancer Summit foi uma reunião que se dedicou à abordagem das novas terapêuticas disponíveis para o tratamento do carcinoma hepatocelular e do cancro das vias biliares. Esta reunião organizada pela Astrazeneca realizou-se dia 18 de Maio e contou com vários especialistas, entre os quais Alina Rosinha, que foi oradora convidada no painel dedicado ao tratamento do cancro das vias biliares. Veja a entrevista da especialista.
“Na minha perspetiva, a importância do STRIDE para doentes com hepatocarcinoma assenta no facto de vir ampliar as opções terapêuticas”, afirmou a oncologista Inês Pinho, sobre os dados do ensaio HIMALAYA, apresentados no Liver Cancer Summit, organizado pela AstraZeneca, no dia 18 de maio, no qual participou. O comentário da oncologista da ULS Santa Maria surge no contexto da sessão focada no “Estado da arte no diagnóstico e tratamento do hepatocarcinoma” do evento.
Focada nas novas terapêuticas disponíveis para o tratamento do carcinoma hepatocelular (CHC) e do cancro das vias biliares, a AstraZeneca realizou o Liver Cancer Summit. A Drª Anabela Barros, diretora do Serviço de Oncologia da ULS de Coimbra, foi uma das especialistas convidadas, tendo moderado as sessões da manhã do dia 18 de maio, dedicadas às “Iniciativas diferenciadoras em Oncologia” e ao “Estado da arte no diagnóstico e tratamento do cancro das vias biliares”, respetivamente. Conheça o ponto de vista da especialista a respeito do tratamento do cancro das vias biliares com combinação terapêutica e sobre as alternativas terapêuticas para subpopulações de doentes com CHC.
“Revolução no Tratamento do Cancro do Endométrio: O Que Está a Mudar?” foi o tema da sessão moderada por Susana Sousa, da Unidade de Oncologia Médica da ULS Tâmega e Sousa e vice-presidente do Grupo de Estudos de Cancro do Ovário/Ginecológico, durante o evento GYNEvolution Summit`24, organizado pela GSK. A especialista reflete que “o cancro do endométrio tem vindo a sofrer, sobretudo ao longo destes últimos anos, uma evolução naquilo que é o conhecimento sobre as características da própria doença e também, em função disso, daquilo que podem ser os melhores tratamentos dirigidos a esta doença”. Assista à entrevista.
A 2.ª edição do Curso de Introdução aos Princípios da Oncologia Geriátrica realiza-se no próximo mês de setembro e o coordenador do Grupo de Trabalho de Oncologia Geriátrica da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), Filipe Coutinho, partilha a antevisão do evento formativo, que afirma como "imperdível" para todos os profissionais interessados em adquirir conhecimentos na área. Leia as mensagens do responsável em entrevista à News Farma.
“A Nova Era no Tratamento do Cancro do Ovário: Realidade Atual e Futuro Promissor” foi o tema da sessão moderada por Mafalda Casa-Nova, especialista em Oncologia no Hospital Beatriz Ângelo, durante o evento GYNEvolution Summit`24, organizado pela GSK. Da sessão, reforça que “foi, sem dúvida nenhuma, muito interessante, com palestrantes de renome, que mostraram a evolução de estratégias terapêuticas no cancro do ovário, nomeadamente em primeira linha”. A especialista salienta que a Medicina Personalizada deve ser o foco de ação, já que “cada doença e cada doente tem as suas especificidades, mesmo dentro do cancro do ovário os tumores comportam-se de formas distintas, por isso, cada vez mais é fundamental abordar cada diagnóstico e cada doente de uma forma muito específica”. Assista à entrevista.
Neste Dia Mundial do Cancro do Pulmão, celebrado hoje, 1 de agosto, Encarnação Teixeira reforça as diferentes áreas de ação a melhorar, quer do ponto de vista clínico, quer na intervenção na sociedade civil, em benefício de um melhor controlo desta doença que continua a ter uma elevada taxa de mortalidade e a ser diagnosticada tardiamente. Leia o depoimento da especialista do Hospital CUF Descobertas, onde pinta o cenário atual do cancro do pulmão em Portugal.
O rastreio do cancro do pulmão é uma realidade implementada em vários países, sendo que Portugal procura a sua vez, com os profissionais de Saúde incentivados pelos resultados positivos observados em estudos internacionais. Fernanda Estevinho, especialista do Hospital Pedro Hispano e membro da direção da Pulmonale, recorda o trabalho da associação nesta medida e reforça o impacto que o rastreio do cancro do pulmão pode ter na sua prevalência e mortalidade. Veja o vídeo.
Margarida Dias indica que a jornada ideal do doente com cancro do pumão prende-se com "um diagnóstico rápido, a melhor opção terapêutica possível e sempre um trabalho multidisciplinar". Veja a entrevista à especialista, no âmbito deste Dia Mundial do Cancro do Pulmão.








