Entrevistas
A convite da News Farma, Andreia Bilé-Silva, médica urologista na Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental, comenta as novidades, na área do cancro da próstata, do Congresso da European Association of Urology (EAU24), que decorreu entre 5 e 8 de abril, em Paris. Assista ao vídeo.
“IPO do Porto é um símbolo de esperança na intervenção oncológica.” Palavras de Rui Medeiros, comissão organizadora do IPO Porto Summit, que vai decorrer já nos próximos dias 9 a 11 de maio, para ser “uma oportunidade para a reflexão” sobre o IPO do Porto e a sua integração nas diferentes vertentes. Em entrevista, o especialista destaca que “existe a necessidade de confiar em entidades como o IPO que garantem o melhor do que existe atualmente para cada doente”. Veja o vídeo de antevisão.
Renato Cunha, oncologista na ULS de Trás-os-Montes e Alto Douro, marcou presença nos Encontros da Primavera para palestrar no simpósio satélite V “Cancro da mama precoce luminal, HER2-: novo paradigma”. Em entrevista, o especialista salienta que o abemaciclib pode “aumentar as taxas de cura e impedir a transição para o contexto da doença metastática incurável”. Veja o vídeo.
“A novidade é que, desde março, o abemaciclib em contexto adjuvante passou a estar financiado e integrado na oferta do Serviço Nacional de Saúde para a população de doentes com cancro da mama precoce HR+, HER2-”, partilha Catarina Pulido, oncologista no Hospital da Luz, no âmbito da sessão sobre “Cancro da mama precoce luminal, HER2-: novo paradigma”, nos Encontros da Primavera. Veja a entrevista, na qual a especialista destaca que “este é um simpósio que nos deixa muito alegres, porque traz esta novidade de que aumenta o pool de doentes a quem podemos oferecer esta mais-valia”.
“Finalmente, temos esperança para um grupo de mulheres muito significativo de cancro da mama que têm elevadíssimo risco de recidiva”. Palavras de Rui Dinis, oncologista no Hospital do Espírito Santo, em Évora, no âmbito do simpósio “Cancro da mama precoce luminal, HER2-: novo paradigma”, nos Encontros da Primavera. Moderador desta sessão, o especialista destaca que o abemaciclib é uma terapêutica já financiada e que permite reduzir “em mais de 30 % desse risco”. Assista à entrevista.
O tom era informal, mas o tema era sério, assim decorreu o momento programático do XIII Fórum de Oncologia e Trombose, no Porto, “Café com o Especialista”. Aqui a audiência interpelou diretamente João Godinho que colocou a questão: “O perfil molecular tumoral marca a diferença no risco de trombose?”, tomando como ponto de partida a evidência existente sobre os perfis moleculares das neoplasias do pulmão e colorretal, entre outras.
No espaço programático “Café com o Especialista” do XIII Fórum de Oncologia e Trombose, no Porto, o especialista de Imunohemoterapia na ULS de São João, Ricardo Pinto procurou esclarecer o que se deve entender por literacia em saúde, para obter do doente oncológico uma atitude mais colaborante e de adesão aos seus tratamentos e recomendações do seu médico. À News Farma, o especialista sumarizou as suas mensagens-chave.
“É essencial que o urologista esteja envolvido na identificação de todos os doentes que possam vir a iniciar esta terapêutica.” Palavras de Celso Marialva, urologista no IPO de Lisboa, no âmbito da sua apresentação na sessão “Multidisciplinary approach in Clinical practice – the importance of collaboration, no Cancer Summit. Veja a entrevista em que destaca os principais higlights de uma sessão que reuniu profissionais de Oncologia e de Urologia.
“É importante reconhecer que o cancro colorretal ainda é um problema em Portugal e que, apesar de já ter rastreio, não está a ser feito.” Palavras de Anabela Barros, especialista na ULS de Coimbra, no âmbito da sessão “GI Journey: Bridging the Gap with Immunotherapy”, no Cancer Summit. Em entrevista, defende que se pretende, apesar de tudo, “dar mais vida e melhor qualidade de vida aos doentes”. Veja o vídeo.
Sara Meireles, oncologista na ULS de São João, destaca que “o benefício na sobrevivência livre de doença e na sobrevivência global no setting do tratamento adjuvante” demonstrado no ensaio KEYNOTE-564 foi um “marco no tratamento do cancro renal”, sendo o principal tópico abordado na sessão “Adjuvant Treatment in Renal cell carcinoma – Fostering hope through dilemmas?”, no Cancer Summit, já que, desde 1973, não existia nenhum ensaio a demonstrar este benefício na overall survival. Veja a entrevista à News Farma.








