Atualidade
“Protecting vulnerable populations from COVID-19” foi o tema do simpósio integrado no programa do dia 23 de abril do 32nd European Congress of Clinical Microbiology & Infectious Diseases (ECCMID 2022), promovido pela AstraZeneca. Durante a sessão, um painel de especialistas refletiu sobre a necessidade de proteção adicional, particularmente contra variantes de preocupação (como a Omicron) do SARS-CoV-2, em pessoas imunocomprometidas/com comorbilidades, ou que não possam ser vacinadas. Foram também apresentadas opções para o tratamento e profilaxia da COVID-19, com enfoque na utilização de anticorpos monoclonais, nomeadamente, da combinação de tixagevimab e cilgavimab, cujos benefícios ficaram evidenciados no ensaio clínico PROVENT.
No dia 31 de março, no âmbito dos Encontros da Primavera 2022, a Gilead promoveu uma Conferência patrocinada para a qual convidou a Dr.ª Mafalda Oliveira a abordar os aspetos práticos da utilização de sacituzumab govitecano no tratamento de doentes com cancro da mama triplo-negativo metastizado, um fármaco que, segundo a moderadora da sessão, Dr.ª Ana Joaquim, “está a dar os primeiros passos em Portugal”.
Durante o 32nd European Congress of Clinical Microbiology & Infectious Diseases (ECCMID), decorreu uma sessão promovida pela AstraZeneca com o objetivo de aprofundar os desafios que as populações imunocomprometidas enfrentam no âmbito da COVID-19 e discutir o papel dos anticorpos monoclonais nas pessoas que não desenvolvem uma resposta imune adequada, após vacinação, para prevenção desta patologia. A Prof.ª Doutora Alex Richter, do Instituto de Imunologia e Imunoterapia da Universidade de Birmingham, foi a especialista convidada para abordar estes tópicos e apresentar o programa de desenvolvimento clínico da combinação de anticorpos monoclonais, tixagevimab e cilgavimab (EVUSHELD), assim como os seus benefícios na prevenção da COVID-19.
Uma resposta atempada e eficaz aos doentes com cancro que recorram aos serviços hospitalares pode ser estrategicamente solucionada se houver uma adaptação das infraestruturas dos institutos de Oncologia e dos hospitais centrais, bem como um reforço no setor dos recursos humanos, defende o Prof. Doutor Luís Costa, diretor do Serviço de Oncologia do Hospital de Santa Maria.
A Novartis anunciou, a 4 de maio de 2022, os resultados atualizados do estudo MONALEESA-3, onde se verificou uma mediana de sobrevivência global de 67,6 meses na subanálise de mulheres pós-menopaúsicas tratadas em 1.ª linha com ribociclib + fulvestrant. Esta associação aumentou em 15,8 meses o benefício de sobrevivência em comparação com o braço placebo + fulvestrant.
Os sistemas sociais e de saúde em todo o mundo “estão a falhar” ao não oferecer cuidados adequados e com maior compaixão às pessoas que estão a morrer e às suas famílias, indicou uma investigação publicada na revista Lancet.
Recentemente, foram desenvolvidos por investigadores mini-proteínas através de um software que prevê o folding de proteínas com potencial para combater doenças, desde o cancro à COVID-19. O software também tem potencial para permitir conceber sondas de deteção precoce de doenças.
A equipa liderada pela Dr.ª Carla Oliveira, do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S), avaliou a mortalidade por cancro gástrico em Portugal e na Coreia do Sul, de forma a expilcar os cenários distintos nos dois países. As conclusões deste trabalho foram tema de capa da edição de março da revista científica International Journal of Cancer.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulga o Relatório Europeu da Saúde 2021, que afirma que dois terços das mortes prematuras na Europa são causadas por quatro doenças não transmissíveis, entre as quais se encontra o cancro.
Integrada no XXVII Congresso de Urologia Oncológica, a palestra “CRPCnm: Darolutamida from watch and wait to find and treat”, foi introduzida pelo Dr. Rodrigo Ramos, urologista no IPO de Lisboa, e protagonizada pelo Dr. João Pina, urologista no Centro Hospitalar e Universitário de Lisboa Central e assistente de Urologia na NOVA Medical School. Ao longo da sua apresentação, o Dr. João Pina elaborou sobre a importância do diagnóstico precoce e intervenção do carcinoma da próstata resistente à castração não metastático (CPRCnm) e sobre os benefícios da terapêutica com darolutamida neste setting de doentes.








