Atualidade
No contexto atual de emergência global de Saúde, os doentes hemato-oncológicos têm um novo desafio a enfrentar: viver com uma doença oncológica durante a pandemia de COVID-19. Nesse sentido, a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL) promove hoje, dia 14 de abril, pelas 18h00, um webinar subordinado ao tema “Medidas de precaução para doentes com patologias hemato-oncológicas”. O evento, realizado em ambiente virtual, terá lugar na página de Facebook da entidade.
Um estudo levado a cabo por investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, Universidade do Porto (i3S) e do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), e publicado na revista Cancer Research, foca-se nos sinais que são emitidos no ambiente tumoral que controla a capacidade migratória das células cancerígenas, da qual resultam as metástases do cancro.
Face à pandemia de covid-19, a Fundação Rui Osório de Castro (FROC) disponibiliza 100 mil euros para garantir que o cuidado prestado às crianças com cancro seja o melhor possível, na medida em que se inserem no grupo de risco do novo coronavírus.
Investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciências (IGC) identificaram sinais emitidos no ambiente tumoral que controlam a capacidade migratória das células cancerígenas. A nova descoberta permite a compreensão da complexidade das moléculas envolvidas no cancro e abre a possibilidade de manipular esses sinais para reduzir a agressividade do cancro.
“Estas recomendações resultaram de um esforço de reflexão da nossa prática por alguns profissionais, tendo como objetivo tentar orientar e dar um auxílio na prática de Oncologia durante a pandemia pelo covid-19”. Assim se lê no documento emitido pela Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO) face ao risco de disseminação populacional do novo coronavírus em Portugal. Saiba quais as recomendações da Sociedade.
A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) reforçou o seu apoio social online face à situação atual de pandemia de covid-19, num apoio aos doentes oncológicos e suas famílias. A LPCC mantém o serviço de apoio social através dos seus Núcleos Regionais e das consultas de Psico-oncologia em formato não presencial, das suas linhas informativas - Linha Cancro e Linha Pulmão, que estarão a funcionar em pleno, bem como o Serviço de Apoio Jurídico em formato não presencial.
O Comité de Medicamentos de Uso Humano da Agência Europeia de Medicamentos (CHMP) atribuiu opinião positiva para o isatuximab, recomendando a sua utilização em combinação com pomalidomida e dexametasona (pom-dex) para tratar adultos com mieloma múltiplo recidivante e refratário (MMRR) submetidos, pelo menos, a dois tratamentos anteriores, incluindo lenalidomida e um inibidor de proteassoma, que demonstraram progressão da doença no último tratamento.
Esclarecer os doentes oncológicos, os seus familiares e amigos acerca do novo coronavírus é o objetivo da sessão de esclarecimento promovida pela Associação Careca Power, a Europacolon Portugal - Associação de Apoio ao Doente com Cancro Digestivo, e a Evita – Associação de Apoio a Portadores de Alterações nos Genes relacionados com o Cancro Hereditário, com o apoio da AstraZeneca. A iniciativa está agendada para hoje, dia 24 de março, pelas 18h30, num direto transmitido em simultâneo nas páginas de Facebook das três associações de doentes.
A 2 de março, a Takeda anunciou que o Comité de Medicamentos para Uso Humano (CHMP) adotou uma opinião positiva, recomendando a aprovação do brigatinib como monoterapia para o tratamento de doentes adultos com cancro avançado do pulmão de não-pequenas células ALK+ e previamente não tratados com inibidor de ALK. Este parecer baseou-se nos dados do ensaio clínico ALTA-1L que demonstraram superioridade do brigatinib em relação ao crizotinib tanto a nível da eficácia global como intracraniana.
Uma equipa de investigadores de vários centros de investigação associados à Universidade do Porto publicou recentemente um artigo na Scientific Reports – publicação científica de acesso livre da revista Nature – , no qual propõe a utilização de um sistema inteligente baseado em fibra ótica (iLoF) para imobilização, isolamento e identificação de células tumorais.








