A investigação publicada na revista Nature, no passado dia 1 de janeiro, é a mais recente a demonstrar que a inteligência artificial (IA) tem a capacidade de melhorar a deteção do cancro da mama, no que respeita à sua precisão. O sistema de IA criado pela Google gera menos falsos positivos e negativos, reduzindo os erros de observação humana e contribuindo para o diagnóstico mais precoce e uma maior taxa de sucesso.
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