O Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e o Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil (IPO Lisboa) levaram a cabo um estudo em doentes com esófago de Barrett, que permitiu perceber o papel dos centrossomas, estruturas mais pequenas que um fio de cabelo dividido centenas de vezes, no desenvolvimento do cancro do esófago. A investigação, publicada no Journal of Cell Biology, sugere que a amplificação dos centrossomas pode contribuir para o início e progressão de neoplasias.
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