As populações de doentes autoimunes e transplantados não foram estudadas em ensaios clínicos, pelo que “requerem maior atenção”. Quem o partilha é o Prof. Doutor António Marinho, do Centro Hospitalar Universitário do Porto, no âmbito da sua intervenção “Novos desafios na gestão dos eventos adversos imunomediados: rechallenge, biomarcadores e populações especiais”. Em entrevista, o especialista refere que estas “são populações, muitas vezes, com imunossupressão crónica que, por elas próprias, já têm alguma propensão a neoplasia”. Veja o vídeo.
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