“Só depois da aplicação da ferramenta de fragilidade, devemos ter situações de individualização de tratamento para oferecer às doentes idosas tratamentos adaptados ao seu nível de fragilidade.” Quem o afirma é a Dr.ª Gabriela Sousa, do IPO de Coimbra e coordenadora do Grupo 7, no âmbito do X Consenso Nacional de Cancro da Mama, promovido pela Sociedade Portuguesa de Senologia. Em entrevista, a oncologista destaca a avaliação geriátrica no plano de diagnóstico do cancro da mama. Assista ao vídeo.
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