“O centro é o doente”, este é o mote que move a Prof.ª Doutora Deolinda Pereira, diretora do Serviço de Oncologia no IPO do Porto, aquando do diagnóstico e tratamento de cancros ginecológicos. No âmbito da sessão sobre este tema, a qual moderou, no 19.º Congresso Nacional de Oncologia, a especialista destaca que o olaparib é um fármaco, considerado “bem tolerado”, que mudou o paradigma do tratamento das doentes, alterando a sobrevida média de 12 meses para 5 anos. “Isto é um resultado nunca antes visto na área do cancro do ovário.” Assista à entrevista.
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