“Se não soubermos se o doente vai responder à terapêutica, vamos escolher uma combinação de TKI com imunoterapia.” Quem o afirma é a Dr.ª Ana Afonso, do IPO Porto, em entrevista, sobre a sua sessão “Terapêuticas de combinação de 1.ª linha: como escolher?”, no workshop dedicado ao carcinoma de células renais. A especialista destaca que no grupo de doentes com bom e mau prognóstico “não há dúvidas de como escolher” as terapêuticas, no entanto, é nos doentes de grupo de prognóstico intermédio que surge o principal desafio.
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