Apesar de os doentes, depois da operação, ficarem sem evidência de doença, uma percentagem vai recidivar. O principal objetivo dos profissionais é impedir esta situação e prolongar a sobrevivência livre de doença e a sobrevivência global. O Prof. Doutor Arnaldo Figueiredo, do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, palestrou na sessão “Imunoterapia adjuvante: que racional?” e debateu estes temas. Assista à entrevista.
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