De acordo com um estudo internacional, cerca de um milhão de casos de cancro ficaram por diagnosticar por toda a Europa durante a pandemia, devido à COVID-19 e a fatores geopolíticos como o Brexit e a guerra na Ucrânia. Deste modo, o estudo dá conta da necessidade de se alargar a componente investigativa oncológica, expondo, assim, fragilidades nos sistemas de saúde e na interrupção de ensaios clínicos. Consequências que seriam de prever, conta o diretor do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar Universitário do Porto, Prof. Doutor António Araújo, tecendo um comentário e enumerando os maiores desafios que estes fatores “disruptivos” agregam a nível nacional e internacional. Veja a entrevista.
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