“Atualmente, o cancro deixou de ser considerado uma doença terminal incurável e passou a ser encarada como uma doença crónica, que se vai prolongar no tempo e introduz muitas variantes no percurso da doença e do doente.” Palavras de Rui Carneiro, internista no Hospital da Luz com competência em Medicina Paliativa, na sessão sobre Cuidados Paliativos, nas XII Perspectivas em Oncologia. Em entrevista, o especialista destaca que, para responder a estas necessidades, é necessário existir “um conjunto de estratégias direcionadas para cada uma das necessidades dos doentes”, o chamado Plano Individual e Integrado de Cuidados. Veja a entrevista.
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