Esta é a opinião de Gabriela Sousa, do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra, a propósito do impacto do recente financiamento público de um inibidor das ciclinas, em combinação com terapêutica endócrina, no tratamento adjuvante do cancro da mama precoce com recetor hormonal (HR)-positivo, recetor do fator de crescimento epidérmico humano tipo 2 (HER2)-negativo e elevado risco de recorrência. Veja o vídeo.
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