Para o Dr. Jorge Rosa Santos, diretor do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do IPOLFG, “é na área do diagnóstico precoce da doença que se devia centrar a luta contra o cancro de cabeça e pescoço”, que sublinha o facto de uma grande percentagem destes doentes ser diagnosticada em estadios muito avançados. Para tal, o especialista avança que seria necessário um maior investimento, sendo que “muito pouco tem sido feito por iniciativa do poder central”.
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