Entrevistas
Na opinião da Dr.ª Sara Meireles, oncologista do Centro Hospitalar Universitário de São João, a opção terapêutica darolutamida + terapêutica de privação androgénica + docetaxel é mais uma abordagem que vai alterar o paradigma de tratamento dos doentes com cancro da próstata metastático hormonossensível. Em entrevista à My Oncologia, a especialista abordou com mais detalhe os diversos aspetos do estudo ARASENS apresentados na ASCO GU 2022, nomeadamente a redução do risco de morte de 32,5%. Assista ao vídeo.
Na ASCO GU 2022 foram apresentados os resultados do ensaio clínico ARASENS, que demonstrou um aumento da sobrevivência global no grupo de doentes com cancro da próstata metastático hormonossensível tratado com darolutamida. A Dr.ª Sónia Rego, em entrevista à My Oncologia, comentou o impacto deste estudo. Veja o vídeo.
Na opinião do Dr. Rodrigo Ramos, urologista no IPO de Lisboa, os resultados de eficácia e segurança do estudo ARASENS, apresentados na ASCO GU 2022, demonstraram que os doentes com cancro da próstata hormonossensível vão ter mais uma opção terapêutica. Assista ao vídeo.
Em entrevista à My Oncologia, o Dr. André Mansinho explicou que a associação de darolutamida ao standard of care (terapêutica privação androgénica + docetaxel) trouxe um benefício significativo na sobrevivência global e em todos os outros parâmetros de eficácia avaliados, com um bom perfil de segurança, de acordo com os dados do ensaio clínico ARASENS apresentados na ASCO GU 2022. Veja o vídeo.
Em entrevista à My Oncologia, o Dr. João Moreira Pinto, do Hospital da Luz, partilhou a sua opinião sobre os resultados do estudo ARASENS apresentados na ASCO GU 2020. “Há um ganho claro na sobrevivência global, além de que há um ganho nos endpoints secundários também”, afirmou, considerando que esta terapêutica deve ser considerada como mais uma opção em standard of care. Contudo, há ainda questões por responder. Assista ao vídeo.
“Sabemos que 40 a 50% das doentes vão recidivar relativamente a curto prazo.” Quem o destaca é a Dr.ª Joana Bordalo e Sá, assistente hospitalar graduada do IPO do Porto, em entrevista, sobre a abordagem clínica proativa vs. reativa e o papel da terapêutica de manutenção. A estratégia do watch and wait, refere, “não é a melhor atitude para as doentes”. Assista à entrevista.
A distinção entre doença visceral e crise visceral foi um dos pontos importantes abordados na sessão sobre cancro da mama metastático RH+ e HER2-, na qual o Prof. Doutor Mário Fontes e Sousa foi convidado a apresentar um caso clínico. Em entrevista, no âmbito das X Perspectivas em Oncologia, o especialista do Hospital CUF Tejo apresentou um caso clínico sobre a utilização do abemaciclib no tratamento da doença metastática em primeira linha. Assista ao vídeo.
“A principal conclusão é que devemos caminhar para o molecular tumor boards, ou seja, a discussão dos resultados moleculares.” Quem o afirma é o Prof. Doutor Fernando Schmitt, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), no âmbito da sua moderação sobre o molecular tumor boards na decisão terapêutica, nas X Perspectivas em Oncologia. Assista à entrevista.
O simpósio sobre cancro da mama metastático foi “muito interessante” por ter sido discutido “avanços muito significativos no tratamento desta doença”, destaca o Prof. Doutor Luís Costa, oncologista no Centro Hospitalar Lisboa Norte. Em entrevista, o especialista destaca a intervenção da Dr.ª Eva Ciruelos, que se encontrou em formato online nas X Perspectivas em Oncologia. Veja o seu depoimento.
“Avançando no tratamento do cancro da mama metastático RH+ HER2-: o que dizem os experts e a discussão da experiência clínica” foi o tema de debate no simpósio satélite VI da Lilly, nas X Perspectivas em Oncologia. Um dos casos clínicos foi discutido pela Dr.ª Rita Sousa, oncologista no Centro Hospitalar Lisboa Norte. Em entrevista, a especialista sintetizou a utilização das cinases dependentes de ciclina no tratamento do cancro da mama metastático. Veja o vídeo.








