Entrevistas
“Juntas somos sempre mais fortes.” Palavras que marcam o depoimento da Dr.ª Cláudia Fraga, presidente da Associação Movimento Cancro do Ovário e outros Cancros Ginecológicos (MOG), à My Oncologia. Dar uma má notícia nunca é fácil, mas dizer a uma mulher que tem cancro do ovário ainda é pior, causando ansiedade e depressão. No entanto, a MOG é um espaço de entreajuda e partilha de experiências que permite suavizar e lutar num grupo de mulheres.
A Dr.ª Mariana Malheiro, oncologista no Hospital São Francisco Xavier e no Hospital CUF, foi uma das palestrantes no simpósio satélite MSD/AstraZeneca “Abordagem multidisciplinar no tratamento do cancro do ovário avançado – no caminho da Medicina personalizada”, no 18.º Congresso Nacional de Oncologia. Em entrevista, a especialista destaca a importância da cirurgia R0 como o processo ideal para a recessão total da doença.
A Dr.ª Rita Sousa, oncologista do Centro Hospitalar Lisboa Norte, participou no Curso de Atualização do Cancro do Ovário, promovido pela GSK, disponível até 31 de março, que decorreu de outubro a dezembro, em formato virtual. A especialista realçou os inibidores da PARP como o principal avanço para o tratamento do cancro do ovário.
“Não concebo que se trate do cancro do ovário sem o envolvimento de uma equipa multidisciplinar que tenha estes profissionais. Não é Oncologia de qualidade, seguramente.” Quem o destaca é a Dr.ª Mónica Nave, oncologista no Hospital da Luz. No âmbito do Curso de Atualização do Cancro do Ovário, promovido pela GSK, disponível on demand até 31 de março, a especialista partilha que, para o futuro, desejaria uma cirurgia de qualidade inicial com a recessão macroscópica completa da doença, melhorando a qualidade de vida da doente.
O Curso de Atualização do Cancro do Ovário, promovido pela GSK, que decorreu de outubro a dezembro, e que está disponível até 31 de março, “contribuiu para o conhecimento dos jovens médicos numa patologia que é rara”, partilha a Dr.ª Joana Bordalo e Sá, assistente hospitalar graduada do IPO do Porto. Em entrevista, a especialista destaca os tratamentos de manutenção como o principal avanço da Oncologia médica para o cancro do ovário. Assista ao depoimento.
“A cirurgia desempenha um papel importante nas doentes que conseguimos operar.” No entanto, a cirurgia apenas é eficaz aquando de um tratamento com quimioterapia igualmente eficaz. Quem o explica é o Dr. João Casanova, ginecologista oncológico na Fundação Champalimaud, no âmbito do Curso de Atualização de Cancro do Ovário, promovido pela GSK, disponível até 31 de março on demand. Assista à entrevista.
O Curso de Atualização do Cancro do Ovário contou também com a participação da Prof.ª Doutora Domenica Lorusso, ginecologista oncológica, do Instituto Nacional de Cancro de Milão, em Itália. A palestrante estrangeira elogiou o curso promovido pela GSK, que pode ser consultado até 31 de março, por ter sido um espaço de partilha da experiência clínica e de conhecimento, como por exemplo como escolher o tratamento mais apropriado para o doente. “O que aprecio neste curso é o impacto prático”, reforça. Assista à entrevista.
A darolutamida acaba de ser financiada em Portugal para o tratamento de homens adultos com cancro da próstata resistente à castração não-metastático (CPRCnm), com alto risco de desenvolverem doença metastática. Em declarações à My Oncologia, o Prof. Doutor Carlos Silva, urologista do Centro Hospitalar Universitário de São João, fala sobre este fármaco e as vantagens que o seu financiamento pode representar para os doentes.
Foi recentemente financiada em Portugal a darolutamida, um inibidor do recetor de androgénio aprovado para tratamento de doentes com cancro da próstata resistente à castração não metastático (CPRCnm). Em conversa com a My Oncologia, o Prof. Doutor Arnaldo Figueiredo, diretor do Serviço de Urologia e Transplantação Renal do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, falou sobre as vantagens deste fármaco.
A darolutamida, um inibidor dos recetores de androgénios com resultados que comprovam prolongar a sobrevivência do doente com cancro da próstata resistente à castração não-metastático (CPRCnm) sem comprometer a sua qualidade de vida, foi recentemente financiado pelo INFARMED. O Dr. Rodrigo Ramos, urologista no IPO de Lisboa, falou à My Oncologia sobre as mais-valias que este fármaco traz para os homens adultos com CPRCnm com alto risco de desenvolverem doença metastática.








