Entrevistas
"A alteração abrupta da formação médica, pré e pós-graduada, imposta pela pandemia, trouxe-nos muitas preocupações sobre qual será o impacto no futuro próximo", frisa a Dr.ª Ana Joaquim, oncologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia. No decorrer dos Encontros da Primavera 2021, a My Oncologia esteve à conversa com a médica sobre o tema da sessão que moderou no evento "O impacto da pandemia da COVID-19 na formação médica". Assista ao vídeo.
A Dr.ª Fernanda Estevinho, oncologista do Hospital Pedro Hispano, foi uma das convidadas do simpósio da Roche no 2.º Encontro de Terapêuticas-Alvo Torácicas (ETAT), que decorreu a 17 de abril. Em entrevista à My Oncologia, a especialista comenta os dados de vida real da experiência portuguesa com alectinib no tratamento em 1.ª linha do cancro do pulmão de não-pequenas células (CPNPC) ALK+.
Os resultados do estudo Javelin Bladder 100 levaram à aprovação da manutenção com avelumab como terapêutica em 1.ª linha para os doentes com carcinoma urotelial avançado, cuja doença não progrediu com a quimioterapia baseada em platina. A convite da My Oncologia, o Prof. Doutor Arnaldo Figueiredo, diretor do Serviço de Urologia e Transplantação Renal do CHUC, comentou os aspetos mais marcantes do estudo e o impacto da introdução desta inovação terapêutica na sua prática clínica, enquanto urologista.
O avelumab foi recentemente aprovado pela Agência Europeia do Medicamento como tratamento de manutenção do carcinoma urotelial localmente avançado ou metastático, em regime de monoterapia, com base em dados do ensaio clínico de fase III JAVELIN Bladder 100. Em entrevista à My Oncologia, o Dr. André Mansinho, oncologista no Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, comenta o referido ensaio clínico. Assista o vídeo.
As guidelines da ESMO e da NCCN para o carcinoma urotelial avançado integraram como terapêutica em 1.ª linha, para os doentes elegíveis para quimioterapia à base de platina, a manutenção com avelumab, desde que a doença não progrida durante a quimioterapia. Em entrevista à My Oncologia, o Dr. Hélder Mansinho, diretor do serviço de Hemato-Oncologia no Hospital Garcia de Orta, explicou qual o racional que levou à modificação das guidelines europeias e americanas e qual o impacto da nova estratégia terapêutica no tratamento desta doença.
A Agência Europeia do Medicamento aprovou recentemente o uso de avelumab como terapêutica de manutenção em doentes com carcinoma urotelial localmente avançado ou metastático que concluem a quimioterapia baseada em platina sem progressão de doença. A convite da My Oncologia, a Dr.ª Isabel Augusto, oncologista no Centro Hospitalar Universitário de São João e investigadora do ensaio clínico JAVELIN Bladder 100, partilhou a sua experiência com o avelumab no tratamento e na gestão dos seus efeitos secundários neste grupo de doentes.
“A terapêutica nutricional continua a ser negligenciada pelos decisores políticos e pelos profissionais de saúde, muito devido à falta de conhecimento que possuem sobre este tema.” Quem o afirma é o Dr. Aníbal Marinho, médico intensivista na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital geral de Sto. António e presidente da Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica (APNEP). Em entrevista à My Oncologia, destaca a recente inclusão da terapêutica nutricional dos doentes nos pilares estratégicos do Plano Europeu de Luta Contra o Centro.
No seguimento da conferência "Ciência & Inovação no Combate ao Cancro: as pessoas por trás dos números", uma iniciativa da GSK em parceria com o Expresso e que teve lugar no passado dia 14, a Dr.ª Carla Fernandes, diretora médica da GSK em Portugal, abordou, em entrevista à My Oncologia, os principais objetivos que motivaram a realização deste evento. Leia a entrevista na íntegra.
A Dr.ª Daniela Almeida, do Centro Hospitalar Universitário de São João, conversou com a My Oncologia a propósito da sua participação no congresso Perspetivas em Oncologia 2021, no qual abordou o tema da "Gestão de eventos adversos associados ao abemaciclib", partilhando o seu ponto de vista sobre as estratégias mais adequadas para gerir a ocorrência dos mesmos.
O abemaciclib é um inibidor das ciclinas com maior seletividade para CDK4 do que para CDK6, cuja aprovação foi baseada em dois ensaios clínicos de fase 3 no cancro da mama metastático RH+/HER2-: Monarch2 em 2.ª linha com fulvestrant e Monarch 3 em 1.ª linha com inibidor de aromatase.








