Entrevistas
“O cancro do colo do útero é um problema de Saúde Pública, devido à sua alta incidência e consequente mortalidade”. O alerta é dado pela Dr.ª Natália Amaral, da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em entrevista, na qual salienta ainda a “conjugação de esforços” para baixar o número de casos. Em vídeo, a ginecologista faz um balanço do controlo do vírus do papiloma humano (HPV) e o papel da vacinação neste processo.
O oncologista Prof. Doutor Mário Fontes e Sousa esteve à conversa com a Inside Now sobre o impacto da pandemia na área da Oncologia, tendo partilhado a realidade vivida no Hospital CUF Tejo, em Lisboa, mas também estratégias que, na sua visão, podem ser implementadas para garantir o melhor e mais atempado tratamento dos doentes.
As Perspectivas em Oncologia IX não ficaram alheias ao contexto pandémico. Quem o referiu foram os presidentes do congresso, Dr. Miguel Barbosa, diretor do Serviço de Oncologia do Hospital de São João, e a Dr.ª Fernanda Trigo, diretora do Serviço de Hematologia da mesma unidade, em entrevista à My Oncologia. A junção da temática da COVID-19 e da Oncologia tornou o evento muito atualizado e focado nas preocupações atuais. Assista às entrevistas.
“As terapêuticas dirigidas têm demonstrado taxas de resposta na ordem dos 60%, são altamente eficazes”, salienta a Dr.ª Gabriela Fernandes, oncologista no Centro Hospitalar Universitário de São João, relativamente ao atual tratamento do cancro do pulmão. Em entrevista à My Oncologia, a médica expôs as principais mensagens do tema "Cancro do pulmão - Novos alvos terapêuticos e terapêuticas dirigidas", que abordou no congresso Perspectivas em Oncologia IX, a 18 de fevereiro. Assista ao vídeo.
“Em contexto paliativo, a grande novidade tem sido a imunoterapia”. Quem o afirma é a Dr.ª Ana Joaquim, oncologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia, referindo-se ao tratamento do cancro de cabeça e pescoço. Este foi o tema da sua participação no congresso Perspectivas em Oncologia IX, que aconteceu de 18 a 20 de fevereiro, e o mote desta entrevista.
“O HER2 é um subtipo de cancro da mama mais agressivo, mas, neste momento, é um dos mais curáveis porque tem uma terapêutica dirigida muito eficaz”. A explicação é da Dr.ª Joana Ribeiro, oncologista na Fundação Champalimaud, em conversa com a My Oncologia. No âmbito do congresso Perspectivas em Oncologia IX, de 18 a 20 de fevereiro, a médica abordou o tema que apresentou no evento: “Cancro da mama metastático - Sequenciação e novas abordagens terapêuticas no cancro da mama Her2 positivo”. Assista ao vídeo.
“Na realidade, no final do ano, tínhamos atingido mais ou menos os mesmos valores de consultas”, revela o Dr. Ricardo Luz, diretor do Serviço de Oncologia Médica do Centro Hospitalar Lisboa Central, ressalvando que, para que isso fosse possível, existiu um “esforço suplementar” por parte dos profissionais.
A propósito do Dia Mundial do Cancro, assinalado a 4 de fevereiro, a My Oncologia esteve à conversa com a Dr.ª Carla Fernandes, diretora médica da GSK em Portugal. A responsável descreveu o panorama atual da Oncologia e áreas adjacentes, tendo em conta a pandemia da COVID-19 e o seu impacto na investigação, tratamentos e qualidade de vida dos doentes. E traçou ainda os objetivos da farmacêutica no que toca ao seu compromisso para com os doentes, assim como as novas terapias e fármacos em desenvolvimento no combate à doença. Leia a entrevista.
A pretexto do Dia Mundial do Cancro, que se assinala hoje, 4 de fevereiro, a diretora da unidade de negócio de Oncologia da AstraZeneca, Diana Malhado, destaca o contributo da biofarmacêutica para a inovação no tratamento oncológico, dando conta das principais linhas de investigação em curso. Acredita que o portefólio tem “marcado a diferença”, mas reconhece que ainda há muito a fazer. Leia a entrevista na íntegra.
“Algo que me deixa preocupado é o rastreio não estar a ser feito de forma adequada”, devido ao contexto de pandemia. Quem o afirma é o Dr. Henrique Nabais, ginecologista e diretor da Unidade de Ginecologia do Centro Clínico Champalimaud, em entrevista à My Oncologia, no âmbito da Semana Europeia de Prevenção para o Cancro do Colo do Útero. Apesar de termos um plano nacional de vacinação em curso, o verdadeiro problema assenta na diminuição do rastreio do cancro do colo do útero, devido à pandemia.








