Atualidade
O Dr. André Mansinho, médico oncologista no Hospital de Santa Maria (Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Norte), abordou o tratamento em 3.ª linha dos doentes com cancro colorretal metastático e RAS wild-type (WT). A sessão foi moderada pela Dr.ª Ana Martins Mourão, médica oncologista, diretora do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO) e da Dr.ª Sandra Custódio, médica oncologista do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia-Espinho. Assista à sessão aqui.
O Prof. Doutor Dominik Modest, da Charité Universitätsmedizin Berlin, focou a sua palestra na escolha dos anti-EGFR’s baseada na evidência científica. A sessão contou com a moderação da Drª Ana Raimundo, médica oncologista, Diretora do Serviço de Oncologia da CUF Tejo e Presidente da Sociedade Portuguesa da Oncologia (SPO), e da Drª Paula Ferreira, médica oncologista do Instituto Português de Oncologia do Porto. Assista à sessão aqui.
“O adesivo cutâneo de 179 mg de capsaícina, utilizado no tratamento tópico da dor neuropática periférica localizada, apresenta um efeito analgésico mediado pela desfuncionalização reversível das fibras nervosas periféricas. Mas será que, além desta ação, este adesivo de capsaícina poderá também regenerar e normalizar as fibras nervosas? Esta foi a pergunta que esteve no centro da comunicação da Prof.ª Doutora Dalila Veiga, médica anestesiologista da Unidade de Dor do Centro Hospitalar e Universitário do Porto (CHUP), lançando o mote para o Simpósio Grünenthal no passado dia 30 de janeiro, integrado na edição deste ano do ASTOR 2021 - 28.º Congresso de Medicina da Dor, e que contou ainda com a moderação da Dr.ª Beatriz Craveiro Lopes.
A Merck e a Pfizer anunciaram a 25 de janeiro de 2021 que a Comissão Europeia aprovou o avelumab em monoterapia como tratamento de manutenção em 1.ª linha de doentes adultos com carcinoma urotelial localmente avançado ou metastático livres de progressão de doença após quimioterapia à base de platina. O avelumab é assim a Primeira e Única imunoterapia a demonstrar um benefício significativo na sobrevivência global como tratamento de manutenção em 1.ª linha.
A Dr.ª Márcia Faria, de 28 anos, venceu o Young Investigator Award 2021, atribuído pela Sociedade Europeia de Endocrinologia, com o seu estudo sobre os avanços no tratamento do cancro da tiróide com metástases.
Organizada por “consultórios de especialidade”, a Check-Up Virtual lança-se em formato digital com uma plataforma multimédia onde estarão disponíveis vários conteúdos e informação atualizada, credível e de fácil acesso na área da saúde. A plataforma, promovida pela NewsEngage, arranca com a área dedicada ao cancro cutâneo, doença que regista cerca de 12 mil novos casos por ano em Portugal.
O urologista da CUF Oncologia Pedro Bargão Santos acaba de concluir o seu doutoramento em Medicina na especialidade de Investigação Clínica, na Nova Medical School - Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, com uma dissertação sobre o papel dos marcadores celulares e moleculares para a estratificação prognóstica do cancro da próstata. A investigação valida o biomarcador CXCR7 como preditor de pior sobrevivência livre de cancro da próstata após prostatectomia radical.
Promovido pela MSD, o webinar “Squamous mNSCLC treatment: how to overcome challenges in my practice” analisou a história do cancro do pulmão e a evolução do seu tratamento, abordando o papel da imunoterapia na melhoria significativa da sobrevivência dos doentes com CPNPC escamoso metastático. A My Oncologia reuniu em vídeo os melhores momentos.
A 30 de Março, o webinar “Squamous mNSCLC treatment: how to overcome challenges in my practice”, promovido pela MSD, revisitou a história do cancro do pulmão e a evolução do seu tratamento, abordando o papel da imunoterapia na melhoria significativa da sobrevivência dos doentes com CPNPC escamoso metastático. A moderação do webinar esteve a cargo do Prof. Doutor António Araújo, diretor do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar e Universitário do Porto.
A Comissão Europeia (CE) concedeu autorização de comercialização condicional para dostarlimab, um anticorpo bloqueador do recetor de morte programado (PD-1), para uso em mulheres com deficiência de reparo de incompatibilidade (dMMR) / cancro do endométrio avançado ou recorrente com instabilidade de microssatélites alta (MSI-H) que progrediram durante ou após o tratamento anterior com um regime contendo platina. A aprovação torna dostarlimab a primeira terapêutica anti-PD-1 disponível para o cancro do endométrio na Europa.








