Entrevistas
O Prof. Doutor Venceslau Hespanhol, do Centro Hospitalar Universitário de São João, marcou presença em cima do palco da palestra “Longos sobreviventes com CPCNPm. Quem são e que follow-up?”. Em entrevista, o especialista evidenciou que caracterizar o doente com expectativa de realizar o tratamento com imunoterapia e ter uma sobrevivência longa e livre de doença é “muito difícil”. Veja o vídeo.
“Atualmente, graças à imunoterapia e a outras terapêuticas, conseguimos encontrar novas formas de tratar o cancro da mama triplo negativo.” Palavras do Prof. Doutor Luís Costa, em entrevista, após a sua sessão “O estado da arte no tratamento do cancro da mama triplo negativo”. O oncologista considera “positivo e a melhorar” o momento atual para o tratamento desta patologia. Veja o vídeo.
Apesar de os doentes, depois da operação, ficarem sem evidência de doença, uma percentagem vai recidivar. O principal objetivo dos profissionais é impedir esta situação e prolongar a sobrevivência livre de doença e a sobrevivência global. O Prof. Doutor Arnaldo Figueiredo, do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, palestrou na sessão “Imunoterapia adjuvante: que racional?” e debateu estes temas. Assista à entrevista.
O Prof. Doutor Nuno Maulide, da Universidade de Viena, foi o convidado de honra neste evento que juntou oncologistas e outros profissionais de saúde. Entre muita música no piano e partilha de conhecimento sobre química, ainda houve espaço para a Medicina. Eleito cientista do ano de 2019 na Áustria e vencedor do prémio Ignaz Lieben, voou até ao Porto para fechar com chave de ouro o Cancer Summit, no Pavilhão Rosa Mota.
“Realmente, existe benefício no estadio II e, por isso, acho que vai ser o standard of care no futuro.” Quem o afirma é a Dr.ª Rita Sousa, médica oncologista no Centro Hospitalar e Universitário de Lisboa Norte, no âmbito do Cancer Summit, que decorreu no Pavilhão Rosa Mota. Sobre a sessão “Desafios e oportunidades no tratamento adjuvante no estadio II”, de melanoma, a especialista destaca as principais conclusões. Assista à entrevista.
“Se não soubermos se o doente vai responder à terapêutica, vamos escolher uma combinação de TKI com imunoterapia.” Quem o afirma é a Dr.ª Ana Afonso, do IPO Porto, em entrevista, sobre a sua sessão “Terapêuticas de combinação de 1.ª linha: como escolher?”, no workshop dedicado ao carcinoma de células renais. A especialista destaca que no grupo de doentes com bom e mau prognóstico “não há dúvidas de como escolher” as terapêuticas, no entanto, é nos doentes de grupo de prognóstico intermédio que surge o principal desafio.
A Dr.ª Marta Soares, do IPO Porto, marcou presença no Cancer Summit, em 15 de outubro, no Pavilhão Rosa Mota, juntamente com a Dr.ª Ana Barroso, para responder à questão “O CPCNPm sem expressão de PD-L1 responde a IO+QT em 1.ª linha?”. Veja a entrevista.
Os diferentes ensaios que a Dr.ª Ana Barroso, do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, partilhou, na sessão do Cancer Summit, vêm corroborar e documentar que o CPCNPm sem expressão de PD-L1 responde a imunoterapia com quimioterapia em primeira linha. A especialista palestrou a sessão juntamente com a Dr.ª Marta Soares. Assista à entrevista.
Os estudos apresentados pela Dr.ª Encarnação Teixeira, do Hospital CUF, e pela Dr.ª Margarida Felizardo, na sessão “A progressão depois de IO em 1.ª linha no CPCNPm. Que desafios?”, foram “uma revisão do que foi transmitido nos grandes congressos internacionais sobre cancro do pulmão. É uma atualização e é muito importante fazê-lo neste tipo de reuniões”. Veja a entrevista.
A Dr.ª Margarida Felizardo, do Hospital Beatriz Ângela, participou no Cancer Summit, no 15 de outubro, no Pavilhão Rosa Mota. A palestrar a sessão “A progressão depois de IO em 1.ª linha no CPCNPm. Que desafios?”, juntamente com a Dr.ª Encarnação Teixeira, destacou os três principais desafios. Assista ao vídeo.








