Entrevistas
“O centro é o doente”, este é o mote que move a Prof.ª Doutora Deolinda Pereira, diretora do Serviço de Oncologia no IPO do Porto, aquando do diagnóstico e tratamento de cancros ginecológicos. No âmbito da sessão sobre este tema, a qual moderou, no 19.º Congresso Nacional de Oncologia, a especialista destaca que o olaparib é um fármaco, considerado “bem tolerado”, que mudou o paradigma do tratamento das doentes, alterando a sobrevida média de 12 meses para 5 anos. “Isto é um resultado nunca antes visto na área do cancro do ovário.” Assista à entrevista.
“Estas novas combinações vieram para ficar, são eficazes e vão fazer parte do nosso quotidiano, felizmente.” Quem o afirma é o Dr. Pedro Madeira, do IPO de Coimbra, no âmbito da sua moderação na palestra “Decisão terapêutica no tratamento de 1.ª linha do carcinoma de células claras renais – pick the winner”, no 19.º Congresso Nacional de Oncologia. O especialista destaca as associações nivolumab + ipilimumab e pembrolizumab + axitinib, que apresentam um papel crucial na sobrevivência com qualidade de vida dos doentes, que tem vindo a aumentar com a utilização destes fármacos. Assista à entrevista.
Após três dias de congresso, o Prof. Doutor Miguel Abreu, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), partilhou a sua satisfação por mais uma edição bem-sucedida do 19.º Congresso Nacional de Oncologia. “Para quem organiza um evento, o maior reconhecimento é o dos seus pares”, partilha o presidente durante a entrevista de balanço. Veja o seu depoimento.
A GSK com o apoio da MOG e da Evita criaram o Guia do Cancro do Ovário. Uma iniciativa com o objetivo de proporcionar informação essencial para as mulheres já diagnosticadas com esta neoplasia e para aquelas cuja prevenção é fulcral. A Dr.ª Cláudia Fraga, presidente da MOG, em entrevista à My Oncologia, explanou os pontos-chave do seu testemunho integrado no guia. Veja a entrevista na íntegra em vídeo.
O 29 de novembro fica marcado com “a exposição da prática oncológica no mundo de vida real e com a discussão de dados e questões da trajetória oncológica e decisão nesses doentes”. O Dr. André Mansinho, chairman do evento online, apela à participação de todos os oncologistas na próxima terça-feira, às 19h00, em formato virtual.
O Dr. Hélder Mansinho, do Hospital Garcia da Orta esteve presente, na qualidade de moderador, no simpósio promovido pela Pierre Fabre. A convite da My Oncologia comentou as apresentações e o impacto do encorafenib associado a cetuximab na prática clínica, no contexto do cancro colorretal metastático com mutação BRAFV600E. Veja o vídeo.
O artigo “Bioethics and healthcare policies. The benefit of using genetic tests of BRCA 1 and BRCA 2 in elderly patients” juntou o Dr. Vasco Fonseca, oncologista, e o Prof. Doutor Joaquim Caeiro, professor de ciência política, para debater a bioética e a biopolítica no idoso com cancro. Numa abordagem “pouco desenvolvida”, o artigo pretende realizar “o desenho das políticas públicas para o cancro e determinar o papel da política na área”. O Dr. Vasco Fonseca, do Instituto de Ciências Sociais e Políticas, da Universidade de Lisboa, partilhou em entrevista que “todos os grandes problemas de desenvolvimento do cancro foram opções políticas”, pelo que se torna primordial debater estes assuntos. Assista à entrevista.
A Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO) marcou a diferença nesta edição do congresso major da especialidade. A Tertúlia Patient’s Advocate, Fazer a Diferença juntou doentes e sobreviventes de cancro, associações de doentes e profissionais de saúde, no 19.º Congresso Nacional de Oncologia, para um final de tarde de partilha com foco no que é realmente importante: os doentes. O Grupo de Trabalho Patient’s Advocate pretende “dar voz, criar pontes e ser um veículo de ajuda”. A My Oncologia esteve presente para fazer a cobertura deste momento tão importante, enquanto mais um passo para unir todos os intervenientes.
O Dr. Jorge Guimarães, do IPO do Porto, palestrou na sessão “Esvaziamento ganglionar seletivos vs. biopsia de gânglio sentinela nos tumores precoces da cavidade oral”, no cancro da cabeça e pescoço, e, em entrevista, partilhou que “a biopsia sentinela é um método de estadiamento da cavidade oral preciso, oncologicamente seguro e minimamente invasivo”. Veja a entrevista.
Apesar de a Medicina de Precisão ser considerada um bem de primeira necessidade, “infelizmente, o acesso ainda não é equitativo em Portugal”, partilha o Prof. Doutor José Carlos Machado, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), no 19.º Congresso Nacional de Oncologia. Esta Medicina de Precisão permite proporcionar benefícios para os profissionais de saúde encontrarem “a melhor estratégia terapêutica”. Assista ao seu depoimento.








